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“Onda Ampla”: Israel inicia segunda fase da guerra com bombardeios a bunkers em Teerã

Teerã/Tel Aviv | 06 de Março de 2026

O conflito no Oriente Médio entrou em uma etapa ainda mais destrutiva nesta sexta-feira (6). As Forças de Defesa de Israel (FDI) confirmaram o início de uma “grande onda de ataques” contra a infraestrutura estratégica do regime iraniano. O foco da ofensiva, que conta com apoio logístico e operacional dos Estados Unidos, mudou: agora, o alvo são as instalações subterrâneas de altíssima segurança.

A Caça aos Bunkers

Após uma primeira semana de combates que resultou na decapitação da liderança iraniana e na destruição de centenas de lançadores de mísseis na superfície, a inteligência israelense acionou a “Fase 2”. Segundo fontes militares, os caças estão agora atacando locais de mísseis balísticos enterrados em profundidade.

“A Força Aérea atacou uma infraestrutura subterrânea usada pelo regime para armazenar mísseis e depósitos destinados a aeronaves”, afirmaram os militares em comunicado oficial.

Moradores de Teerã relataram estrondos ensurdecedores e o som constante de caças sobrevoando a capital. A agência iraniana Mehr confirmou explosões em pontos-chave da cidade, enquanto colunas de fumaça podiam ser vistas de diversos bairros.

O Uso de Tecnologia e Inteligência

A precisão dos ataques tem chamado a atenção de analistas internacionais. Relatórios indicam que o plano para eliminar as lideranças iranianas nos dias anteriores contou com o hackeamento de câmeras de segurança locais e o uso de inteligência artificial para geolocalização em tempo real. Agora, os EUA consideram o uso de “bombas de gravidade” — armamentos específicos para perfurar dezenas de metros de concreto e terra — para neutralizar o arsenal balístico que o Irã mantém em bunkers.

Reflexos na Região

A escalada não é unilateral. Enquanto Israel bombardeia Teerã e alvos no Líbano, bases americanas na Jordânia e nos Emirados Árabes Unidos foram atingidas por drones e mísseis de interceptação nas últimas horas. A guerra regional, que já dura quase uma semana, paralisou o tráfego aéreo e marítimo no Golfo, elevando o temor de um desabastecimento global de energia.

Ainda não há um balanço oficial de vítimas civis desta nova onda de ataques, mas a situação humanitária na capital iraniana é descrita como crítica, com cortes de energia e comunicações em diversos setores.


Resumo da Situação Militar:

  • Fase 1 (Concluída): Eliminação de cúpula do governo e destruição de lançadores móveis.
  • Fase 2 (Em curso): Bombardeio de infraestrutura subterrânea e silos de mísseis balísticos.
  • Alianças: Apoio direto dos EUA em operações de bombardeio e inteligência.
  • Retaliação: Bases americanas na Jordânia e EAU sob fogo.

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Claudio Rocha

Jornalista

Cátia Kowalski  é jornalista diplomada e especialista em comunicação estratégica. Com sólida trajetória no jornalismo, traz para a Folha Paranaense uma análise precisa sobre os bastidores da notícia, comunicação institucional e o impacto da informação na sociedade paranaense.

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