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Forte neblina compromete operações no Aeroporto de Brasília e afeta 39 voos nesta sexta

Condições climáticas reduziram a visibilidade na capital federal, provocando atrasos e cancelamentos; terminal ainda trabalha para normalizar o fluxo de passageiros.


O Aeroporto Internacional de Brasília registrou transtornos significativos na manhã desta sexta-feira (10/04) devido a um denso nevoeiro que encobriu a região. Até o final da manhã, a Inframérica, concessionária responsável pelo terminal, contabilizava 39 voos impactados entre atrasos, alterações de rota e cancelamentos definitivos.

Balanço das Operações

A baixa visibilidade exigiu manobras excepcionais e alterou o cronograma de centenas de passageiros. Confira o status atualizado pela concessionária por volta do meio-dia:

  • Voos alternados: De 11 aeronaves desviadas para outros aeroportos, 5 já retornaram ao DF, 4 estão em trânsito e 2 aguardam definição.
  • Atrasos: 21 pousos registraram demora significativa.
  • Cancelamentos: 4 voos foram suspensos na chegada e 3 na partida.

Embora a neblina tenha se dissipado no início da tarde, permitindo a liberação das pistas para pousos e decolagens, o efeito cascata nos horários ainda gera reflexos nas operações.

Semana de Transtornos no Ar

Este é o segundo dia consecutivo em que viajantes enfrentam dificuldades no terminal brasiliense. Na quinta-feira (09/04), uma falha técnica no controle de tráfego aéreo em São Paulo já havia provocado atrasos em todo o território nacional, afetando diretamente a malha aérea da capital.


A Ciência por Trás do Fenômeno

A ocorrência de neblina nesta época do ano é uma característica típica da transição para o outono no Planalto Central. De acordo com a meteorologista Andrea Ramos, o fenômeno é conhecido como resfriamento radiativo.

“A combinação de céu com poucas nuvens, ventos calmos e a umidade ainda presente no solo após o período chuvoso favorece a condensação do vapor d’água próximo à superfície durante a madrugada e o amanhecer”, explica a especialista.

A topografia da região, marcada por vales, aliada à inversão térmica noturna, ajuda a reter o ar frio e úmido nas camadas baixas da atmosfera, resultando na formação dessas nuvens rasas que reduzem drasticamente a visibilidade horizontal.

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Claudio Rocha

Jornalista

Cátia Kowalski  é jornalista diplomada e especialista em comunicação estratégica. Com sólida trajetória no jornalismo, traz para a Folha Paranaense uma análise precisa sobre os bastidores da notícia, comunicação institucional e o impacto da informação na sociedade paranaense.

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