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Retaliação Global: Irã ataca alvos em 14 países após morte de Khamenei

Redação | 02 de Março de 2026

A resposta militar do Irã à morte do líder supremo Ali Khamenei e de sua cúpula militar não se limitou às fronteiras regionais. Em uma demonstração de força coordenada e de larga escala, o regime de Teerã lançou ataques retaliatórios que atingiram alvos em 14 países diferentes nas últimas horas.

Ofensiva Coordenada

Os ataques, que envolveram uma combinação de mísseis balísticos, drones de longo alcance e ações de grupos aliados (proxies), miraram bases militares dos Estados Unidos, instalações estratégicas de Israel e ativos de nações árabes que colaboraram ou permitiram o uso de seu espaço aéreo durante a ofensiva contra o território iraniano no último sábado.

Entre os locais atingidos, destacam-se:

  • Bases nos Emirados Árabes, Bahrein e Kuwait: Onde tropas norte-americanas e aliadas estão estacionadas.
  • Território de Israel: Com disparos que acionaram sirenes em Jerusalém e Tel Aviv.
  • Infraestrutura no Curdistão Iraquiano: Alvos ligados à inteligência ocidental.

Impacto Diplomático e Econômico

A magnitude da retaliação mergulhou o Conselho de Segurança da ONU em uma reunião de emergência. A diplomacia internacional agora tenta conter o que muitos especialistas chamam de “guerra regional expandida”. O fechamento do Estreito de Ormuz, aliado à instabilidade em 14 nações, provocou um choque imediato no fornecimento global de energia.

Enquanto o governo interino de Teerã, sob a liderança de Alireza Arafi, afirma que as ações são “defensivas e proporcionais”, Washington e Tel Aviv já discutem novas medidas de dissuasão. A nota do Itamaraty, emitida no último sábado, já expressava “grave preocupação” com esse cenário de escalada, que agora se confirma como uma das maiores crises militares do século XXI.

O “Pior Cenário”

As previsões do assessor especial Celso Amorim, feitas no início desta segunda-feira, ganham contornos mais nítidos. Com a confirmação de ataques em tantos países simultaneamente, a capacidade de mediação internacional está sendo testada ao limite, enquanto o mercado financeiro opera sob forte volatilidade.

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Claudio Rocha

Jornalista

Cátia Kowalski  é jornalista diplomada e especialista em comunicação estratégica. Com sólida trajetória no jornalismo, traz para a Folha Paranaense uma análise precisa sobre os bastidores da notícia, comunicação institucional e o impacto da informação na sociedade paranaense.

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